segunda-feira, 27 de julho de 2009

GRIPE SUÍNA EM CRIANÇAS


Gripe H1N1 em crianças

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

* Qual a diferença entre a gripe H1N1 e a gripe comum?
* A vacina contra a gripe protege contra a gripe H1N1?
* Como vou saber se é gripe comum ou gripe H1N1?
* Houve um caso na escola do meu filho. O que faço?
* Qual é o tratamento? Como vou saber se é grave?
* E se a mãe estiver com gripe H1N1, pode amamentar o bebê?
* Tem algum jeito de evitar a gripe suína?
* Por quanto tempo a criança fica contagiosa se tiver a gripe?
* Onde posso conseguir mais informações?


Qual a diferença entre a gripe H1N1 e a gripe comum?


Tanto a gripe comum como a gripe H1N1, que foi conhecida inicialmente como gripe suína, são transmitidas pelo vírus influenza. Existem vários subtipos desse vírus, que podem afetar tanto os seres humanos como os animais.

A gripe H1N1 é causada pelo vírus influenza A. Os vírus influenza (até do tipo A) causam gripes comuns em seres humanos todos os anos. Essas gripes comuns são chamadas de sazonais e são também classificadas como pandemias, a pandemia anual de influenza.

A diferença é que esta versão do influenza, a A/H1N1, até pouco tempo atrás só infectava animais, como os porcos, e assim os seres humanos não desenvolveram imunidade contra ela. Provavelmente houve uma mutação nesta variedade, permitindo a infecção humana a partir de suínos, assim como ocorreu com a gripe aviária.

Em princípio, pelo que vem sendo observado até agora pelos governos de todo o mundo e pela Organização Mundial da Saúde, a gripe H1N1 não é muito mais grave do que a gripe comum. O receio dos infectologistas é de que o vírus poderia sofrer mutações para formas mais agressivas, daí todo o cuidado em acompanhar a doença com atenção.

A vacina contra a gripe protege contra a gripe H1N1?

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Não, a vacina contra a gripe disponível nos postos de saúde e nas clínicas particulares não protege contra o A/H1N1. Mas vale lembrar que a aplicação da vacina sazonal contra o influenza é recomendada pela maioria dos médicos no caso de mulheres grávidas e bebês a partir dos 6 meses (a vacina é segura e não causa infecção ou a própria gripe).

A vacina contra a gripe comum evita que a doença se complique e se transforme em quadros mais graves, como a pneumonia.

Há ainda outros bons motivos para a vacinação o mais abrangente possível contra a gripe sazonal:

• quanto menor a circulação do vírus da gripe sazonal ou comum em concomitância com o vírus A/H1N1, menor a possibilidade de combinação ou mutação entre eles, o que poderia induzir ao aparecimento de outros tipos de vírus eventualmente mais graves.

• maior facilidade de diagnóstico para a gripe A/H1N1 em pessoas já vacinadas contra a gripe sazonal e que apresentam sintomas típicos de gripe (e não resfriado comum).

Como vou saber se é gripe comum ou gripe H1N1?


Os sintomas são os mesmos de qualquer gripe, mas os principais são:

• febre repentina de mais de 37,5 graus e tosse
• pode haver também cansaço, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares e nas articulações
• há casos com diarreia e dor abdominal

Os médicos vêm observando que na gripe H1N1 há mais tosse e menos coriza, mas isso pode variar bastante de pessoa para pessoa.

Se seu filho apresentar sintomas de gripe (febre, tosse), e principalmente se tiver tido contato com alguém doente, fale com o médico e explique a suspeita. Se o médico considerar necessário, pode medicá-lo ou pedir exames específicos.

Evite deixar seu filho num lugar com muita gente, se ele estiver com suspeita de gripe H1N1. Ao chegar à sala de espera, por exemplo, avise que se trata de suspeita de gripe suína para evitar que outras pessoas tenham contato com ele.

Houve um caso na escola do meu filho. O que faço?


Em primeiro lugar, procure se acalmar. Lembre-se que, assim como na gripe comum, a gripe suína normalmente se cura sozinha. Mantenha seu filho bem alimentado e bem hidratado, pois assim ele conseguirá combater melhor a doença se por acaso a pegar.

Fique de olho e, em caso de surgir febre, junto com tosse ou qualquer outro sintoma, procure atendimento médico (se possível telefone primeiro para o pediatra).

Caso seu filho tenha algum problema crônico de saúde, for imunodeprimido ou for especialmente sensível a infecções (o que pode acontecer com prematuros), avise o médico de que houve um caso próximo a ele, mesmo antes de surgirem os sintomas. Mantenha-o longe de aglomerações e capriche na amamentação, se ainda der o peito.

Qual é o tratamento? Como vou saber se é grave?


Os casos de gripe H1N1 estão sendo tratados na maioria em casa, não no hospital, a não ser que haja complicações respiratórias, doenças debilitantes ou quadros mais graves. Se seu filho estiver com suspeita de influenza A/H1N1, o médico vai pedir que você o mantenha em casa -- não o leve para a escola e não permita visitas, para evitar que outras pessoas peguem a gripe.

Quanto mais novo o bebê, maior é o nível de cuidados e atenção para que a doença não se complique. Procure deixar sua casa e o quarto bem ventilados, com janelas abertas para o ar circular.

Atenção aos sinais de alerta de complicações:

• criança ofegante
• falta de ânimo
• febre acima de 39 graus

Se você estiver em dúvida, procure um médico para mais informações. Mulheres grávidas com suspeita de H1N1 devem procurar assistência médica, porque o tratamento pode ser mais específico.

E se a mãe estiver com gripe H1N1, pode amamentar o bebê?


Sim, a mulher deve continuar amamentando o bebê, porque o leite materno ajudará a criança a combater o vírus. Ela pode usar uma máscara enquanto dá o peito, se preferir, dependendo da orientação médica. Os medicamentos antivirais eventualmente usados no tratamento parecem ser seguros para o bebê, mas é melhor perguntar para o médico que está cuidando do caso.

Caso a criança esteja com a gripe H1N1, a amamentação é positiva, porque o leite materno a mantém hidratada e é mais fácil de digerir. Além disso, mesmo que a mãe não esteja doente, pode ter desenvolvido anticorpos contra o vírus, que vão ajudar a criança a combatê-lo.

Tem algum jeito de evitar a gripe suína?


Infelizmente ainda não há vacina específica para o vírus H1N1, que provoca a chamada gripe suína, mas simples medidas de higiene podem ajudar.

São elas:

• Vírus e bactérias podem sobreviver por duas horas ou mais em superfícies como torneiras ou telefones. Por isso, lavar as mãos com frequência é uma medida que ajuda a evitar infecções de um modo geral. Lave as mãos do seu filho sempre que puder, e especialmente antes das refeições.

• Mantenha também as suas mãos bem limpas antes de lidar com o bebê. Sempre que você tossir ou espirrar, lave bem as mãos com sabonete e de preferência água morna. Esfregue os dois lados das mãos por ao menos 15 segundos e enxágue com bastante água. Caso você não tenha acesso a água e sabão na hora, carregue com você um gel anti-séptico à base de álcool para suas mãos, ou use lenços umedecidos. Não é aconselhável usar gel à base de álcool em crianças pequenas.

• Evite circular com crianças pequenas em ambientes de grande aglomeração de pessoas nas áreas afetadas pela doença.

• Mantenha a criança longe de pessoas gripadas em geral. Se a avó está espirrando e tossindo, é melhor não pegar o bebê no colo. Haverá muito tempo depois para aproveitar o netinho sem o risco de transmitir vírus.

• Se houver alguém com suspeita de gripe suína na sua família, mantenha-a em casa e siga as orientações médicas. Não mande uma criança com suspeita de gripe H1N1 para a escola.

• Não tussa ou espirre em suas mãos, porque elas podem ficar cobertas de vírus, que pode ser facilmente espalhado para outras pessoas. A recomendação é cobrir o nariz e a boca com papel higiênico ou lenço de papel ao espirrar ou tossir e depois jogá-los fora. Se não tiver um papel descartável à mão, cubra sua boca com o braço e espirre na manga. Muitos especialistas até acham esse método melhor que o papel, porque só de segurá-lo pode haver contaminação das mãos.

Por quanto tempo a criança fica contagiosa se tiver a gripe?


A partir do surgimento dos sintomas, a pessoa fica contagiosa por até uma semana. Esse período pode ser maior no caso de crianças bem pequenas. Por isso o melhor é deixar seu filho "de molho" em casa até obter o sinal verde do médico.

Onde posso conseguir mais informações?


Como as informações sobre o assunto mudam rapidamente, para saber detalhes e recomendações atualizados sobre a gripe A/H1N1 nas diferentes regiões do Brasil e em outros países, acesse o site do Ministério da Saúde.

Você também pode ligar para o Disque-Saúde (tel. 0800 61 1997).

Leia também sobre a gripe H1N1 em mulheres grávidas.

sábado, 25 de julho de 2009

ATAQUE DE PÂNICO




Ataque de Pânico

O que é ataque de pânico

O ataque de pânico é um de intenso medo e desconforto, geralmente repentino e durando não mais que 30 minutos. Os sintomas incluem tremor, falta de ar, palpitação cardíaca, suor, náusea, tontura, hiperventilação e parestesia (sensação de formigamento). A diferença mais notável em relação aos outros tipos de desordens de ansiedade é que os ataques de pânico são repentinos, parecem não ser provocados, e são geralmente desabilitantes. Uma crise de ataque de pânico é geralmente categorizada como um ciclo vicioso no qual os sintomas mentais elevam os sintomas físicos, e vice-versa.

A maioria dos que tem ataque de pânico terá outros. Pessoas que têm repetidos ataques, ou sentem ansiedade severa sobre ter outro ataque, são ditas como possuidores da desordem do pânico.

Sintomas do ataque de pânico

Os sintomas do ataque de pânico aparecem subitamente, sem qualquer causa aparente, e podem incluir:

* Freqüência cardíaca acelerada ou palpitações.
* Transpiração.
* Dores no peito.
* Tontura, náusea.
* Formigamento ou falta de sensibilidade nas mãos, face ou boca.
* Sensação de estar sonhando ou distorções de percepção.
* Percepção de que não está conectado ao corpo.
* Terror, sensação de que algo inimaginavelmente horrível está prestes a acontecer e que não tem poder para prevenir.
* Medo de perder o controle e fazer algo embaraçador ou ficar louco.
* Medo de morrer.
* Tremores.
* Choro.
* Sensação de peso.
* Diálogo interno alto.
* Exaustão.

Um ataque de pânico geralmente dura de 2 a 8 minutos e é umas das condições mais perturbadoras que a pessoas pode experimentar na sua vida. Ataques de pânico podem formar uma série de episódios que duram alguns minutos e somente terminam com a exaustão física e sono.

Tratamento da desordem do pânico

A desordem do pânico é potencialmente desabilitante, mas pode ser controlada com tratamentos específicos. O tratamento inclui medicamentos e um tipo de psicoterapia conhecida com Terapia Cognitiva-Comportamental, a qual ensina as pessoas sobre a natureza dos ataques de pânico, seus ciclos de pensamento negativo, e demonstra formas de interromper o processo de pânico.

Causas do ataque de pânico

Acredita-se que ataque de pânico esteja relacionado à hereditariedade, eventos estressantes, e forma de pensar que exagera reações relativamente normais do corpo. A causa exata da desordem do pânico é desconhecida e alvo de intensa investigação científica. Freqüentemente os primeiros ataques são engatilhados por doença física, grande estresse, ou certos medicamentos. FONTEwww.copacabanarunners.net

COMO TRATAR E CONTROLAR A ANSIEDADE


Como tratar e controlar a ansiedade

O que são transtornos de ansiedade generalizada

Pessoas com transtornos de ansiedade generalizada passam o dia cheias de preocupações e tensões exageradas, ainda que tenha pouca coisa ou nada provocando isso. Elas antecipam desastres e são profundamente preocupadas. Algumas vezes só pensar em viver o dia já produz ansiedade.

Os transtornos de ansiedade generalizada são diagnosticados quando a pessoa preocupa-se excessivamente sobre uma variedade de problemas cotidianos por pelo menos 6 meses. Pessoas com transtornos de ansiedade generalizada não conseguem se livrar de suas preocupações, mesmo que percebam que a sua ansiedade é mais intensa do que seria esperado pela situação. Pessoas com transtornos de ansiedade generalizada não conseguem relaxar e têm dificuldade de concentração. Muitas vezes, as pessoas com transtornos de ansiedade generalizada têm dificuldade para dormir. Sintomas físicos que geralmente acompanham a ansiedade incluem fadiga, dor de cabeça, tensão muscular, dores musculares, dificuldade de engolir, tremedeira, irritabilidade, sudorese, náusea, ir ao banheiro freqüentemente, sentir falta de ar, e ter ondas de calor. Os transtornos de ansiedade generalizada afetam duas vezes mais as mulheres do que os homens.

Como tratar e controlar a ansiedade

Quando o nível de ansiedade é normal, as pessoas podem interagir socialmente e manter um trabalho. Já em casos de ansiedade severa, a pessoa tem dificuldade de desempenhar simples atividades rotineiras.

Os transtornos de ansiedade generalizada são geralmente tratados com medicamentos e psicoterapia cognitiva comportamental, porém também deve-se tratar condições coexistente, se elas ocorrem, como alcoolismo e depressão.

Se você acha que tem muita ansiedade deve procurar um clínico geral que poderá determinar se os sintomas são de transtornos de ansiedade generalizada, de outra condição médica, ou de ambos. Se o transtorno de ansiedade generalizada for diagnosticado, o paciente geralmente é encaminhado a um médico especialista na saúde mental para que possa tratar e controlar seus sintomas.

Uma vez começado o tratamento com medicação, é importante nunca interrompê-la abruptamente. Certos remédios devem se descontinuados gradualmente sob supervisão médica, ou reações adversas podem ocorrer.

Dicas para ajudar a tratar e controlar a ansiedade mais eficientemente

Muitas pessoas com transtorno de ansiedade generalizada se beneficiam de juntar-se a um grupo de ajuda e compartilhar seus problemas com outros. Conversar com um amigo de confiança pode lhe dar apoio. Meditação e técnicas de controle de estresse podem ajudar pessoas com ansiedade a se acalmar e elevar os efeitos do tratamento. Há evidência preliminar também de que exercício físico aeróbico pode ter um efeito calmante. Porém, tudo isso não é substituto do tratamento médico profissional.

Uma vez que cafeína, certas drogas ilícitas e até alguns remédios vendidos sem prescrição médica podem agravar os sintomas dos transtornos de ansiedade generalizada, eles devem ser evitados. Verifique com seu médico antes de tomar qualquer remédio adicional.

A família é muito importante para ajudar uma pessoa a tratar e controlar a ansiedade. A família deveria dar apoio e não trivializar o transtorno de ansiedade ou cobrar melhoras sem tratamento.

Tratamento do transtorno de ansiedade

Remédios podem ser combinados com psicoterapia para tratar e controlar transtornos de ansiedade, e esse é o melhor método para muitas pessoas.

Como tratar e controlar a ansiedade com remédios e medicamentos

Os remédios não curam o transtorno de ansiedade, mas podem o controlar enquanto a pessoa recebe psicoterapia. A medicação deve ser prescrita por um médico, geralmente um psiquiatra, o qual pode oferecer psicoterapia ou indicar alguém para realizá-la.

Como tratar e controlar a ansiedade com psicoterapia

A psicoterapia envolve conversar com um profissional treinado, psiquiatra ou psicólogo, para descobrir o que causa o transtorno de ansiedade e como lidar com seus sintomas. A psicoterapia cognitiva comportamental geralmente é muito útil para tratar transtornos de ansiedade. Para ser eficiente, a psicoterapia cognitiva comportamental deve ser direcionada às ansiedades específicas da pessoa e deve ser moldada às suas necessidades. Não há efeitos colaterais, a não ser o desconforto da ansiedade temporariamente aumentada. A psicoterapia cognitiva comportamental deve durar pelo menos 12 semanas.

DEPRESSÃO INFANTIL






Depressão infantil
Embate entre teoria e prática caracteriza o diagnóstico e o tratamento da depressão infantil

A intervenção médica e terapêutica em casos de depressão infantil pode se tornar mais adequada às diferentes realidades. Uma pesquisa de doutorado realizada pela antropóloga Eunice Nakamura busca auxiliar profissionais da área da saúde a compreenderem que há outras noções e significados da doença. A pesquisadora investigou as diferentes maneiras com que médicos, veículos de imprensa e famílias de baixa renda encaram o transtorno.

"Os familiares de crianças deprimidas costumam agir como um 'filtro' à investigação psiquiátrica", afirma a antropóloga, que apresentou seu estudo na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. De acordo com a pesquisadora, as famílias fazem um "arranjo" a partir do que encontram na imprensa e no discurso dos psiquiatras. "Cada grupo tem sua própria lógica de compreensão, embora todos repitam os conceitos científicos", aponta.

Eunice analisou artigos publicados na mídia impressa entre 1999 e 2003 e entrevistou médicos e familiares de crianças com depressão. Segundo ela, a rede de informações disponível a respeito da depressão infantil mescla conceitos científicos e dados mais simplificados. A mídia, ao mesmo tempo em que transmite definições técnicas, simplifica certos dados, "permitindo que uma noção de doença se torne comum". "É preciso considerar o papel da imprensa de levar informações às pessoas leigas. Para isso, a simplificação é necessária", destaca.

Eunice consultou nove famílias de crianças com depressão, cujas idades variavam entre 6 e 12 anos. Todas elas recebiam atendimento no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina (HC/FM) da USP e eram moradoras da periferia de São Paulo. A pesquisadora obteve informações a respeito do modo com que os familiares encaravam o problema da depressão infantil, o comportamento da criança e sua adequação ao tratamento médico.

"Os familiares costumam inserir a depressão infantil no rol de seus problemas e insatisfações, como dificuldades econômicas, desemprego e acesso precário a serviços e lazer", conta Eunice. "As famílias demonstraram um incômodo perante o comportamento da criança, que se transforma em mais um problema com o qual se deve lidar". Para a antropóloga, isso demonstra que a noção científica de depressão, embora aceita, não é a única forma de se explicar o desenvolvimento da doença. Afinal, a depressão infantil não é apenas colocada entre os diversos problemas enfrentados pela família, mas também atribuída a essa série de dificuldades.

Eunice consultou oito psiquiatras do HC envolvidos no tratamento dessas crianças e concluiu que os médicos vêem nos familiares uma espécie de "filtro de informações". "O médico se encontra num embate entre a literatura científica e a prática, na qual a família percebe a depressão infantil de uma forma particular", explica.

Segundo os médicos entrevistados, os familiares muitas vezes confundem os sintomas da depressão com comportamentos descritos como "manha" ou "birra". Por isso, o tratamento fica sujeito ao "grau de tolerância da família com relação ao comportamento da criança. O médico, então, procura intervir nesse comportamento, por meio de medicamentos e psicoterapia, a qual possibilita um maior acesso ao paciente".

Entretanto, muitas das crianças, devido a problemas financeiros, não são submetidas à psicoterapia, pois o deslocamento numa grande cidade demanda gastos muitas vezes incompatíveis com o orçamento de famílias da periferia. "Para os médicos entrevistados, a depressão está vinculada à noção de mau funcionamento e, conseqüentemente, à necessidade de ajuste das crianças, mas essa intervenção é muitas vezes restrita em função da realidade vivida pelas famílias", ressalta Eunice.
Fonte: Flávia Souza , Agencia USP, 18/04/2005.

terça-feira, 21 de julho de 2009

ESTRESSE E SUA SAÚDE



Estresse e sua saúde

Quais são as causas mais comuns do estresse?

O estresse pode manifestar-se por uma variedade de razões, incluindo acidente traumático, morte ou situação de emergência. Estresse também pode ser efeito colateral de alguma doença grave.

Há também o estresse associado à vida cotidiana, ambiente de trabalho e responsabilidades familiares. É difícil dizer para ficar calmo e relaxado em nossas vidas agitadas. Porém, é importante encontrar formas de aliviar o estresse. Sua saúde depende disso.

Quais são alguns sinais iniciais do estresse?

Estresse pode tomar diferentes formas e contribuir para sintomas de doenças. Os sintomas mais comuns incluem dor de cabeça, desordens do sono, dificuldade de concentração, temperamento explosivo, estômago perturbado, insatisfação no trabalho, moral baixo, depressão e ansiedade.

Como o estresse afeta a saúde?

Todas as pessoas têm estresse. Temos estresse de curto prazo, como quando perdemos o horário do ônibus. Até eventos normais do cotidiano podem ser estressantes.

Outras vezes encaramos estresse de longo prazo, como discriminação, doença incurável ou divórcio. Esses eventos estressantes também afetam nossa saúde em muitos níveis. O estresse de longo prazo pode elevar seu risco de alguns problemas de saúde, como depressão.

Tanto o estresse de curto quanto o de longo prazo podem ter efeitos sobre o seu corpo. Estresse dispara mudanças no organismo e aumenta a probabilidade de ficar doente. Ele também piora problemas de saúde já existentes. Estresse pode ter influência nos seguintes problemas:

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Dor de cabeça
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Dificuldade para dormir
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Constipação
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Diarréia
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Irritabilidade
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Falta de energia
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Falta de concentração
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Comer demais ou não comer
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Raiva
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Tristeza
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Maior risco de acessos de asma e artrite
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Tensão
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Cólica estomacal
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Inchaço do estômago
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Problemas de pele, como urticária
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Depressão
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Ansiedade
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Ganho ou perda de peso
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Problemas no coração
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Pressão alta
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Síndrome do intestino irritado
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Diabetes
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Dor nas costas e/ou pescoço
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Menor apetite sexual
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Dificuldade de engravidar

Estresse causa úlcera?

Os médicos costumavam achar que úlcera era causada pelo estresse e comidas apimentadas. Agora sabemos que estresse não causa úlcera -- apenas a irrita. Na verdade a úlcera é causada por uma bactéria chamada H. pylori. Ainda não sabe-se como as pessoas contraem essa bactéria, provavelmente deve ser pela comida ou água. Úlcera é tratada com uma combinação de antibióticos e outros remédios.

Quais são alguns dos eventos mais estressantes na vida?

Qualquer mudança em nossas vidas pode ser estressante -- até as mais felizes como ter um filho ou arrumar um novo emprego. Aqui estão alguns dos eventos mais estressantes na vida:

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Morte do cônjuge
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Divórcio
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Separação marital
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Passar um tempo na cadeia
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Morte de uma parente próximo
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Casamento
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Gravidez
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Aposentadoria

Como posso lidar com o estresse?

Não permita que o estresse o deixe doente. Escute o seu corpo, de modo que perceba quando o estresse estiver afetando sua saúde. Aqui estão algumas formas de ajudá-lo a lidar com o estresse:

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Relaxe. Cada pessoa tem a sua própria maneira de relaxar. Algumas incluem respiração profunda, yoga, meditação e terapia de massagem. Se você não conseguir fazer essas coisas, tire alguns minutos para sentar, escutar uma música calma ou ler um livro.
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Reserve tempo para si mesmo. É importante cuidar de si mesmo. Pense nisso como uma ordem médica, de modo que não se sentirá culpado! Não importa o quanto seja ocupado, você pode reservar pelo menos 15 minutos diários na sua agenda para fazer algo para si mesmo, como tomar um banho quente numa banheira de espuma, caminhar ou conversar com um amigo.
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Durma. Dormir é uma ótima forma de ajudar tanto o seu corpo quanto a sua mente. Além disso, você não pode combater doenças tão bem quando não dorme direito. Com sono suficiente você pode encarar melhor seus problemas e diminuir o risco de doenças. Tente dormir de 7 a 9 horas cada noite.
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Alimente-se corretamente. Tente abastecer-se com frutas, vegetais e proteínas. Boas fontes de proteína podem ser manteiga de amendoim, frango e salada de atum. Coma grãos integrais. Não seja iludido pelo ânimo que obtém da cafeína e do açúcar.
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Mova-se. Acredite ou não, praticar atividade física não somente contribui para relaxar a musculatura tensa, mas também ajuda o seu humor! Seu corpo fabrica certos elementos químicos, chamados endorfinas, antes e depois do exercício físico. Eles aliviam o estresse em melhoram o humor.
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Converse com os amigos. Amigos são bons ouvintes. Encontrar alguém que o deixará falar livremente sobre seus problemas e sentimentos faz muito bem. Isso também o ajuda a escutar outros pontos de vista. Amigos o lembrarão que não está sozinho.
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Tenha ajuda profissional se precisar. Converse com um terapeuta, que pode ajudá-lo a lidar com o estresse e encontrar melhores maneiras de encarar os problemas. A terapia pode ajudar em desordens mais sérias relacionadas ao estresse, como a desordem do estresse pós-traumático. Há também medicamentos que podem ajudar a dormir e aliviar os sintomas da depressão e ansiedade.
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Transija. Algumas vezes não vale a pena o estresse da discussão. Ceda de vez em quando.
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Escreva seus pensamentos. Você já escreveu um e-mail para um amigo sobre seu dia conturbado e sentiu-se melhor depois disso? Por que não pegar papel e caneta e escrever o que está passando em sua vida? Manter um diário pode ser uma ótima forma de tirar os problemas das suas costas e ajudar pensar em como resolver as coisas. Depois você pode ler anotações antigas e ver como progrediu!
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Ajude os outros. Ajudar alguém também pode ajudá-lo. Ajude seu vizinho ou seja voluntário em sua comunidade.
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Tem um hobby. Encontre algo que goste de fazer. Certifique-se de encontrar tempo para explorar seus interesses.
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Estabeleça limites. Quando tratar de coisas como trabalho ou família, descubra o que você pode realmente fazer. Há apenas 24 horas no dia. Estabeleça limites para si mesmo e para os outros. Não tenha medo de dizer NÃO para pedidos por seu tempo e energia.
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Planeje seu tempo. Pense antecipadamente como gastará seu tempo. Escreva uma lista de coisas a fazer. Descubra o que é mais importante para fazer.
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Não lide com o estresse de formas que prejudiquem sua saúde. Isso inclui beber muito álcool, usar drogas, fumar ou empanturrar-se de comida.

Ouvi falar que a respiração profunda poderia ajudar com meu estresse. Como faço isso?

Respiração profunda é uma boa forma de relaxar. Tente fazer isso umas duas vezes todos os dias. Aqui está como:

1. Deite-se ou sente em uma cadeira.
2. Relaxe suas mãos sobre sua barriga.
3. Conte lentamente até 4 e inale pelo nariz. Sinta a região da sua barriga inflar. Segure por um segundo.
4. Conte lentamente até 4 e exale pela boca. Para controlar a rapidez que exala, enrugue seus lábios como se fosse assobiar. Sua barriga irá desinflar lentamente.
5. Repita de 5 a 10 vezes.

INFÉRTILIDADE MASCULINA E FEMIMINA




O que é infertilidade?

Infertilidade é geralmente definida como não ser capaz de engravidar, apesar de tentar, por mais de um ano. Uma visão mais ampla da infertilidade inclui não ser capaz de levar uma gravidez e ter um bebê.

Gravidez é o resultado de uma cadeia de eventos. A mulher precisa liberar ovo de um dos ovários (ovulação). O ovo deve viajar através do tubo de falópio até o útero. O esperma do homem precisa juntar-se (fertilizar) ao ovo. O ovo fertilizado precisa então fixar no interior do útero. Ainda que isso pareça simples, na verdade há muitas coisas que podem acontecer para impedir que ocorra a gravidez.

Infertilidade é um problema da mulher?

É um mito que a infertilidade seja sempre um problema da mulher. Em torno de 1/3 dos casos de infertilidade são decorrentes de problemas com o homem e 1/3 devido a problemas com a mulher. Os outros casos são uma combinação de fatores no homem e na mulher ou causas desconhecidas.

O que causa a infertilidade masculina

A infertilidade masculina é geralmente causada por problemas na produção do esperma ou em conseguir que o esperma alcance o ovo. Problemas com esperma podem ser de nascença ou desenvolvidos mais tarde devido a doença ou lesão. Alguns homens não produzem esperma, ou produzem muito pouco. O estilo de vida pode influenciar a quantidade e qualidade do esperma. Álcool e drogas podem reduzir temporariamente a qualidade do esperma. Toxinas no ambiente, incluindo pesticidas, podem causar alguns casos de infertilidade masculina.

O que causa a infertilidade feminina

Problemas com a ovulação são a causa mais comum de infertilidade feminina. Sem a ovulação os ovos não estarão disponíveis para a fertilização. Sinais de problemas com a ovulação incluem ciclos menstruais irregulares ou falta de menstruação. Simples fatores de estilo de vida - incluindo estresse, dieta ou treinamento esportivo - podem afetar o equilíbrio hormonal da mulher. Mais raramente o desequilíbrio hormonal pode ser causado por condição médica grave, como o tumor na glândula pituitária que pode ocasionar problemas na ovulação.

Idade é um fator importante na infertilidade feminina. A capacidade do ovário produzir ovos declina com a idade, especialmente depois dos 35 anos. Em torno de 1/3 dos casais onde a mulher tem mais de 35 anos experimenta problemas de fertilidade. Quando a mulher atinge a menopausa ela não mais poderá produzir ovos ou ficar grávida.

Outros problemas também podem causar a infertilidade feminina. Se os tubos de falópio estão bloqueados o ovo não pode viajar até o útero. Tubos bloqueados podem ser resultado de doença inflamatória na pélvis, endometriose ou cirurgia de uma gravidez ectópica.

Como é o teste de infertilidade?

Se você está tentando ter um bebê e não consegue, pode desejar ajuda médica. Caso a mulher tenha mais de 35 anos, ou tenha outra razão para acreditar que possa ter problema de fertilidade, não precisa esperar um ano de tentativas de engravidar para procurar um médico. Uma avaliação médica pode determinar as razões para infertilidade conjugal. Geralmente esse processo começa com exames físicos e histórico médico e sexual do casal. Se não houver nenhum problema óbvio pode-se precisar fazer testes.

Para o homem, a testagem geralmente começa com testes do sêmen para verificar a quantidade, forma e mobilidade do esperma. Algumas vezes outros tipos de testes, como teste de hormônio, são feitos.

Para a mulher o primeiro passo da testagem é verificar se está ovulando todos os meses. Há várias formas de fazer isso. Por exemplo, ela pode acompanhar as mudanças na sua temperatura corporal pela manhã e a textura do seu muco cervical. Outro instrumento é o kit de teste caseiro de ovulação, o qual pode ser comprado em farmácias e drogarias.

A checagem da ovulação também pode ser feita em clínica médica usando testes de sangue para verificar os níveis hormonais ou teste de ultrasom para os ovários. Se a mulher estiver ovulando, será preciso fazer mais teste cujos mais comuns incluem:

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Histerossalpingografia - Um raio-x dos tubos de falópio e útero depois deles terem sido injetados com pigmento. Mostra se os tubos estão abertos e a forma deles.
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Laparoscopia - Um exame para detectar doença nos tubos e outros órgãos femininos. Um instrumento chamado laparoscópio é usado para ver dentro do abdome.

Qual é o tratamento para infertilidade?

Dependendo dos resultados dos testes, tratamentos diferentes podem ser sugeridos. Entre 85-90% dos casos de infertilidades são tratados com medicamentos ou cirurgia.

Vários medicamentos para fertilidade podem ser usados por mulheres com problemas de ovulação. É importante conversar com seu médico sobre o medicamento a ser utilizado. Você deve entender os benefícios e efeitos colaterais do medicamento. Dependendo do tipo e da dosagem do remédio para infertilidade, em alguns casos podem acontecer múltiplos nascimentos (como gêmeos).

Se necessária, cirurgia pode ser feita para reparar danos aos ovários, tubos de falópio ou útero. Algumas vezes o homem tem um problema de infertilidade que pode ser corrigido com cirurgia.

COMO É A GRAVIDEZ NA MENOPAUSA




Como é a gravidez na menopausa

A mulher entra na menopausa porque os seus hormônios estão diminuindo e com isso começam a não menstruar ou menstruar menos, os óvulos ficam velhos e com isso a mulher passa a ter vários transtornos como: vertigem, ganho de peso, seca vaginal, ondas de calor etc. A mulher começa a ter tais sintomas quando está entre os 50 e 55 anos. A primeira menstruação que as mulheres têm é conhecida como menarca e a última como menopausa. A menopausa possui períodos de pré e pós menopausa. No período de pós-menopausa ocorre à diminuição de produção dos óvulos com isso a mulher tende a ter uma menstruação parada por que ocorre uma diminuição nos hormônios femininos. Neste período as mulheres ficam irritadas, possuem ondas de calor, dores de cabeças intensas, perda de cálcio nos ossos causando a osteoporose e distúrbios psicológicos. Há um tratamento, o qual é indicado à reposição de hormônios, os quais reparam as funções do nosso organismo e a menstruação volta. No período pré-menopausa a menstruação está presente, porém há uma escassez. Neste período a mulher pode engravidar normalmente se o seu corpo estiver apto a isso, porém a gravidez a partir dos 30 anos de idade já é considerada de risco, afinal o corpo está ficando cada vez mais escasso. Depois da menopausa não existe mais ovulação, menstruação, mas com os tratamentos citados a cima ele estimula os hormônios e com isso a mulher volta a ter menstruação e também a sustentar uma gravidez. Então, se você está com a menopausa próxima e acha que nunca mais terá o filho que sempre sonhou se acalme, afinal há vários tratamentos no mercado que irá te ajudar a obter uma gravidez, onde o tratamento faz um preparo no útero para que este o sêmen o qual foi formado no útero de uma doadora porque o seu útero já não funciona mais normalmente, pois ele só consegue sustentar a gravidez e não dar início a mesma. A doadora passa pelo processo de indução da ovulação e assim a receptora recebe diversos medicamentos que preparam o seu útero para conseguir sustentar e segurar o feto e dar início a gravidez tão desejada.